Pelo Mundo Siem Reap - Camboja

Siem Reap - Camboja

Quando conheci o Gui, ele me falou que tinha o sonho de conhecer o Camboja, e até então nunca tinha pesquisado sobre o local.

Estávamos planejando uma viagem para Ásia, e o Camboja era uma certeza.

Comecei a pesquisar e fiquei ansiosa e receosa ao mesmo tempo.

Digo que para todos os problemas da vida, uma viagem resolve, e esse foi o caso.

Posso dizer que no Camboja somos bem recebidos, todos tem um sorriso no rosto, te tratam como reis.

Eu amei a vibe do lugar, amei o hotel, amei a comida, amei os templos, amei as feirinhas.... Amei quase tudo, só não amei o calor!

Nós brasileiros vamos com o pensamento “Ah, eu conheço o calor do Brasil, vai ser de boa”. Lá o calor é insuportável! Tinha momentos que parecia que estava em um forno.

Nas ruínas é mais calor ainda, e tem a exigência de usar roupas que tampam pernas e ombros.

Tirando isso, é uma maravilha kkk

O Camboja é cheio de hotéis boutique. Todos quadradinhos, de concreto, padrão Pinterest.

Também tem seus resorts e aqueles “hotelzão da porra”.

Aliás, lá é um dos únicos lugares onde tive condições de ficar em um hotel bacana sem ter que vender um rim.

Ai se todos os lugares fossem assim.

 

Os templos são demais!

Mas ao contrário do que li em vários lugares, o Angkor Wat não foi o templo mais bonito.

Nos apaixonamos pelo Bayon, que tem mais coisas para explorar.

É muito recompensador andar por essas ruínas, ver monges fazendo consultas, ver como a natureza agiu nesse lugar.

O ingresso custa cerca de 63 dólares para 3 dias, e você pode visitar os templos que quiser.

O Sunrise no Angkor Wat vale a pena! Todos acordam cedinho e vão para lá ver o amanhecer.

Grande parte dos hotéis já dão o café da manhã em marmitinha para que você tome café lá.... Uma experiência maravilhosa! (Rolou uma lágrima aqui)

Uma dica preciosa: Eu li em um blog que os templos mais distantes eram os que mais valiam a pena, e isso é uma informação enganosa (pelo menos para mim).

Ficamos 1 hora em cima de um tuk tuk, gastamos 30 dólares e o templo era decepcionante.... Nem parece que faz parte do mesmo complexo dos templos mais famosos.

Se você tiver dinheiro e tempo sobrando, vai lá rsrsrrs

 

Siem Reap tem uma concentração de restaurantes maravilhosos.

Como a maioria dos investidores são estrangeiros, existe diversos tipos de culinária por lá.

Nós comemos comida italiana (maravilhosa por sinal), Pizza, Tex-Mex, Grill, Khmer...

E o melhor de tudo, o preço é muito barato! Para ter uma ideia, a caneca de cerveja custa 0,50 cent de dólar.

Mas lá você encontra de tudo. Desde comida francesa até Fast food.

A Pub Street é uma rua bem agitada, onde tem restaurantes, bares, casa de massagem e barraquinhas de sorvete.

O verdadeiro “fervo” de Siem Reap.

Não posso deixar de citar o sorvete asiático. Aquele que aparece na internet, feito numa chapa gelada com frutas e leite.

Pelo Brasil já chegou, porém nem se compara o sabor (sério).

Saudades do Camboja!

 

Se você adora fazer comprinhas, esse é o lugar.

Tem quadros, bibelôs, imãs, enfeites, roupas...

Eu amei as estampas de roupas por lá. E vai por mim, não tem igual na Tailândia.

Os comerciantes são abertos a negociação, é cultura deles pechinchar.

Você pergunta o preço e ele vai falar um valor, fale que está caro ou simplesmente sai andando, ele vai gritar outro valor... e assim se inicia a negociação.

Para terem uma ideia, ficamos encantamos com elefantinhos feitos de pedra, e o preço inicial era 9 dólares cada.

Eu sou boa em pechinchar. Acabamos levando 5 elefantes por 17 dólares kkkkkk

Dei 1 dólar de gorjeta para a mocinha que me atendeu, e ela agradeceu por aquele dólar como se fosse 50. Até hoje me emociono por isso.

Aquelas calças de tecido, com estampas lindas, eram 9 dólares.... Levei 3 por 12.

Não tenha vergonha, é normal chorar peço por lá!

 

O que posso dizer desse lugar?! Um sonho realizado!

Siem Reap foi uma grata surpresa, onde pude abrir os olhos para novos horizontes.

Muitas ruas ainda são de terra, alguns lugares bem pobres, porém o turismo está abrindo portas naquela região.

Já tem hospital, posto policial, o turismo abre portas de emprego, as crianças são alfabetizadas em inglês.

O povo é sofrido, porém tem um sorriso largo no rosto.

Saudades! (Rolou outra lágrima)